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EM BUSCA DE RESPOSTAS, POPULAÇÃO FAZ PROTESTO EM FRENTE À DELEGACIA UM MÊS APÓS INEXPLICÁVEL MORTE DE TAXISTA



Uma manifestação teve início nesta terça-feira (25), às 10h, em frente ao Complexo Policial de Mar Grande, em Vera Cruz, na Bahia. O protesto se deve ao caso de Cristiano Rodrigues dos Santos, taxista de 41 anos que foi morto sem explicações durante o trabalho, no dia 25 de julho.
A moradora de Vera Cruz conta que há um mês, o taxista realizava uma corrida quando atendeu a uma cliente nas imediações da praça de Mar Grande. Segundo ela, a vítima finalizou a viagem na Curva da Penha, lozalizada nas proximidades de Barra do Gil. A possível última passageira do taxista já era conhecida e pegava corridas com Cristiano há mais de um ano.
Fundador e presidente da Cooperativa de Táxi de Vera Cruz (Coopertaxi), Cristiano foi encontrado morto dentro do carro, vítima de golpes de faca e um corte na garganta.
Por conta do local em que o corpo foi encontrado, a oito minutos da praça, familiares acreditam que o taxista nem mesmo conseguiu completar a viagem. Os pertences de Cristiano, como pochetes com dinheiro e celulares, foram roubados. Depois, os documentos, medicamentos e um dos celulares utilizados pela vítima foram achados em Faustina.
Hoje, completando um mês que o crime aconteceu, a professora e irmã do trabalhador, Ana Cláudia, mobilizou a população local para conseguir respostas para as constantes perguntas realizadas à Polícia.
 “Ele cortou a garganta do meu irmão, e até hoje nós não sabemos quem foi, por que foi. Estamos pedindo que a polícia investigue, pois ele era um cidadão de bem, uma pessoa correta, ele desde novinho trabalhava nessa área de transporte. (…) Nós, familiares e amigos, pedimos mais agilidade nas investigações, precisamos saber por quê aconteceu isso”, desabafou a irmã da vítima.
“A gente tem ido à delegacia, procurado informações, tudo que a gente sabe, a gente vai passando pra eles e a polícia diz que está investigando e que está aguardando a resposta do laudo pra poder ter a confirmação de algo”, completou.
De acordo com informações iniciais, inicialmente, agentes da 24ª DT acreditaram em um possível latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte, e chegaram a interrogar o principal suspeito do crime, mas nenhuma outra informação foi divulgada.
Cristiano deixou uma companheira e três filhos.


FONTE: VN

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