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ÂNGELO CORONEL ALEGA TER APOIO DE PAULO GUEDES PARA LEGALIZAR JOGOS DE AZAR


O senador Ângelo Coronel (PSD-BA) voltou a utilizar as redes sociais para defender a legalização dos “jogos de azar”. De acordo com o senador, em entrevista na manhã desta quinta-feira, 16, para o 'Isso é Bahia', na rádio A TARDE FM, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já ouviu e apoiou a ideia.

"Eu discuti este assunto com Paulo Guedes. Ele achou minha proposta ousada, apoiou totalmente, mas ele disse que precisamos agora de força política", explicou o parlamentar baiano. 

Coronel defende que, além dos cassinos, também sejam legalizados no país o jogo do bicho, os caça-níqueis e os bingos. A legalização tem potencial de gerar mais de 1,3 milhão de empregos diretos e indiretos, além de R$ 20 bilhões ao ano em impostos.

A ideia de legalizar os jogos de azar, para o senador, parte do pressuposto de conseguir uma reforma tributária onde municípios, estados e União não percam arrecadação. 

"Como você vai reduzir o imposto das empresas e pessoas físicas e vai retirar de onde para cobrir a necessidade de caixa das prefeituras, estados e União? Se você entra com recurso novo, você pode reduzir impostos velhos. Então vamos reduzir a carga tributária das empresas e os 27,5% que a pessoa física paga de imposto de renda. Isso entrando dinheiro novo dos jogos", pontuou. 

"Temos que pensar no Brasil e para isso precisamos de uma reforma tributária que alivie e reduza, não a reforma de faz de conta como as que estão tramitando atualmente no Congresso Nacional", avaliou.

Bancada evangélica

Sobre a resistência enfrentada no Congresso, especialmente pela bancada evangélica, Ângelo afirma que este é o momento que as igrejas têm que deixar a religião de lado e pensar de forma prática.

"Mesmo a bancada evangélica sendo contra jogos, vou discutir da seguinte maneira: se as igrejas querem anistia de impostos, anistia de contribuição social sob lucro, também têm que esquecer um pouco a religião e aprovar medidas para arrecadar impostos que vai aliviar o bolso do contribuinte brasileiro", observou.

Fechamento de fronteiras

Ainda durante a entrevista, o senador Ângelo Coronel defendeu também o fechamento das fronteiras do Brasil com os outros países, como uma forma de aumentar a arrecadação de impostos. Segundo ele, a ideia do fechamento de fronteiras também possui o apoio do ministro da Economia.

"Nós temos hoje 17 mil quilômetros de fronteiras terrestres com 11 países que é um verdadeiro queijo suíço por onde entra contrabando de armas, cigarro, eletrônicos e nenhum governo prestou atenção que precisamos fechar as fronteiras para não entrar o contrabando e o que entrar do estrangeiro ter que pagar o imposto. É mais um aumento de arrecadação", defendeu Coronel.


FONTE: ATARDE

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