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BENEFICIÁRIOS DO AUXÍLIO EMERGENCIAL DEIXAM DE SACAR R$ 1,3 BILHÃO E DINHEIRO VOLTA PARA A UNIÃO

 


Crédito da Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Pelo menos 1,4 milhão de pessoas não sacaram o auxílio emergencial no prazo estipulado pelo decreto que regulamentou o recurso. Com isso, um total de R$ 1,3 bilhão foram devolvidos aos cofres da União, segundo o Ministério da Cidadania.

Os beneficiários do auxílio tinham 90 dias para movimentar os valores, a partir do dia em que ficavam disponíveis na poupança social digital. Já no caso dos beneficiários do Bolsa Família que receberam o benefício, o prazo foi de 270 dias.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo Governo Federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de Covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para as mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

O calendário de liberação de saques do benefício foi encerrado no dia 27 de janeiro. O programa de transferência de renda atendeu a 67,9 milhões de brasileiros e custou aos cofres R$ 292,9 bilhões; 

Desde o fim do auxílio emergencial, a população brasileira se mostra preocupada com os impactos econômicos que o fim do benefício pode causar ao país, já que a pandemia pode se estender pelos próximos meses até a massificação das vacinas. 

O Governo Federal desitiu de prorrogar o pagamento, argumentando que o país tem uma capacidade de endividamento e não pode desequilibrar as contas. Porém, na terça-feira (2/2), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), informou que pretende se reunir com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com o presidente da Câmara, Arthur Lira e a equipe econômica para alinhar as expectativas em relação à pauta.


Fonte: Agência Brasil


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