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AMIGO DA ONÇA: ACUSADO DE MATAR DR. ANDRADE TAMBÉM ERA MÉDICO E AMIGO DA VÍTIMA, DIZ POLÍCIA

 

                                                                                                       FOTO: ACORDA  CIDADE

Policiais da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) e do Sistema de Inteligência da 1ª Coorpin prenderam, no início da tarde desta sexta-feira (28/5), o suspeito de ter matado o médico psiquiatra Andrade Lopes Santana, de 32 anos. A prisão ocorreu em um condomínio do bairro Santa Mônica. O acusado foi identificado como Geraldo Freitas Junior.

De acordo com a polícia, o acusado, que também é médico e era amigo de Andrade, teve a prisão temporária decretada por 30 dias pela juíza titular da Vara do Júri de Feira de Santana, Márcia Simões Costa, após os investigadores suspeitarem do envolvimento dele no desaparecimento da vítima.

Preso suspeito de matar médico de Araci encontrado nas águas no Rio Jacuípe

No condomínio, também foi encontrado o Jet Sky que seria vendido a Andrade.

Os peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) constataram um disparo de arma de fogo na nuca. Além disso, havia uma corda no braço amarrada a uma âncora para o corpo não subir. O celular dele foi encontrado na cintura.

Ele estava desaparecido desde a última segunda-feira (24/5), quando saiu de Araci, onde morava com destino a Feira de Santana. O carro dele foi encontrado no mesmo dia em Conceição do Jacuípe.

Bombeiros, policiais militares e policiais civis da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) foram até o local para resgatar o corpo com a equipe do DPT.

Suspeito comprou âncora

Em entrevista, o coordenador de Polícia Civil da 1ª Coorpin de Feira de Santana, delegado Roberto Leal, relatou que logo após a polícia dar início às investigações sobre o desaparecimento do médico, a polícia percebeu que as informações prestadas na delegacia pelo suspeito não estavam condizentes com as investigações preliminares.

O acusado era Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC).

“Inicialmente, no dia do desaparecimento e no dia seguinte, quando um colega de trabalho do médico compareceu à delegacia de polícia informando sobre o desaparecimento, as investigações foram iniciadas pela 1ª Coorpin e também pela Furtos e Roubos, e de imediato começou-se a perceber que as alegações prestadas pelo colega não estavam relacionadas corretamente com o que foi angariado durante as investigações preliminares. As investigações continuaram, e no dia 27, chegou-se a uma testemunha, que acabou relatando algumas informações que apontam para a participação dessa pessoa com o crime”, informou Leal.


FONTE:  FALA GENEFAX

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