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PRESIDENTE DO PP, CAJADO DIZ “NÃO TER PROBLEMA” COM CANDIDATURA DE OTTO AO GOVERNO DA BAHIA

 

Presidente em exercício do PP nacional, o deputado federal baiano Claudio Cajado afirmou na última terça-feira (1/3) que não possui restrições com o nome de Otto Alencar (PSD) como candidato da base ao Governo da Bahia.

“Eu já declarei minha opinião. Do lado do PP, a gente não tem problema se o candidato for Otto ou Wagner", escreveu, em publicação no Twitter.

A afirmação do dirigente converge com a do secretário-geral do PP, Jabes Ribeiro, que afirmou ao Aratu On, na última semana, que “o PP não é o problema, mas a solução” para as dificuldades enfrentadas pela base aliada ao Governo Rui Costa (PT).

Na segunda-feira (28/2), o senador Jaques Wagner (PT) oficializou a desistência da pré-candidatura que tinha posto desde o ano passado. Ele abriu caminho para Otto Alencar, que terá que convencer o PT a ser o nome do grupo para concorrer ao Palácio de Ondina.

Contudo, desde a última semana a militância petista vem exigindo que a sigla tenha candidatura própria no pleito. Na última terça, segundo apurou o Aratu On, houve um encontro com 197 filiados ao PT cuja deliberação definiu a organização de uma plenária pela candidatura própria do partido.

As estratégias ainda não estão definidas, mas, enquanto não acontece a reunião da Executiva Estadual da legenda, marcada para esta sexta-feira (4/3), dois nomes despontam internamente: a prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho, e o secretário de Relações Institucionais (Serin) de Rui Costa, Luiz Caetano, ex-prefeito de Camaçari.

 

Apesar destes dois quadros, a avaliação interna é unânime: não há uma articulação forte neste sentido, no momento, para viabilizá-los, mas um processo ainda embrionário de levantamento de possibilidades. Lideranças petistas apontam que, até sexta, outros nomes podem surgir.

Atualmente, o PP aguarda quais definições serão tomadas. Caso Rui bata o martelo sobre sua candidatura ao Senado, o vice-governador João Leão, presidente do PP na Bahia, assume a cadeira a partir de abril, e finalizaria o mandato até o final do ano o mandato deixado pelo petista.

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